SOBRE A FESTA DE PURIM

 

 

 

 

 

SOBRE A FESTA DE PURIM

 

 

 

1.  OS NOMES DA FESTA E SUAS FONTES

2.   A DATA DA FESTA E SUAS FONTES:
a. FONTES E LIVROS CARACTERÍSTICOS DA FESTA
b. ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA MEGUILÁ DE ESTER
c. FIGURAS CENTRAIS DA MEGUILÁ DE ESTER

3. CARACTERÍSTICAS TRADICIONAIS DA FESTA

4. ENTRE O HOMEM E SEU SEMELHANTE

5. O SÍMBOLO DA FESTA: A MATRACA – O RAASHAN E AS BATIDAS EM HAMAN

6. APÊNDICE: A HISTÓRIA DE PURIM EM FORMA DE RELATO

 

 

 

1.    OS NOMES DA FESTA E SUAS FONTES

A raiz da palavra Pur é aparentemente persa, e seu significado, segundo a Meguilá de Ester é sorte. A palavra Purim é o plural de Pur, sortes. A festa denomina-se Purim aludindo ao Pur (a sorte) que Haman tirou (sorteou).

A palavra “pur” é parecida com o verbo “paror ou porer” e com o substantivo “perur”, cujos significados são: desarmar, romper, destruir, dividir em pequenas partes. O verbo “pur” aparece com o sentido de anular, parar, romper algo estabelecido, por exemplo: romper um pacto, desfazer as núpcias, interromper a greve.

O primeiro significado da palavra “Pur” é: quebrar pequenas pedras ou pedaços de argila. É uma palavra de uso muito antigo, e sua fonte se liga ao velho costume de tirar a sorte tirando pequenas pedrinhas de dentro de uma urna.

Conhecemos essa forma de tirar a sorte do relato bíblico. No livro de Yehoshua, capítulo VII, lemos que Achan ben Carmi, levado pela cobiça, violou a proibição de não tomar coisa alguma da cidade de Jericó. Yehoshua só descobriu o culpado depois de ter sido tirada a sorte sobre todo o Povo de Israel, inicialmente por tribos, depois pelas famílias, até sua aparição. Assim lhe havia ordenado D’us, diante da angústia e preocupação do líder.

Na Grécia antiga, na cidade de Atenas, havia um costume similar. Para estabelecer quem era desejado ou não dentro da cidade e diante da necessidade de expulsar ou exilar os indesejáveis, escreviam os nomes em conchas (ostras), depositando-as numa urna. Daqui surgiu o conceito de “ostracismo”, que significa a negação de direitos sociais a alguém, por consenso geral, mesmo que se chegasse a ele por sorteio.

Podemos deduzir da Meguilá que o perverso Haman também quis sortear o mês e o dia apropriados para desfechar um golpe aos judeus. Na Pérsia antiga acreditavam na influência dos astros sobre a sorte das pessoas, e os astrólogos, junto com os sacerdotes e os magos, eram muito respeitados. Segundo a opinião de vários pesquisadores, a sorte não caiu sobre o mês de Adar por casualidade, mas sim intencionalmente, premeditadamente, porque a meados deste mês os persas celebravam a grande festa de Anahita. Esses eram, assim, momentos mais que propícios para canalizar os ânimos de todo o povo contra os judeus.

A palavra “pur” se assemelha em seu sentido à palavra hebraica “pais” (pronuncie-se páiss), tão popular em nossos dias (usada para denominar os jogos de loteria e os sorteios em geral). A Mishná conta que no Grande Templo de Jerusalém, no serviço sacerdotal, havia uma grande rivalidade para o desempenho das funções importantes. Uma vez aconteceu que dois sacerdotes se apressaram em ocupar o mesmo lugar; um empurrou o outro e este último caiu, fraturando o pé. Depois disso decidiram que para aquela função e para muitas outras, o encarregado seria escolhido por sorteio.

Em nossos dias, quando procuraram um nome apropriado para o grande sorteio da loteria nacional israelense, escolheram a palavra “pais”, que apareceu na língua hebraica seiscentos anos depois do uso do termo “pur”. O termo “Purim” ficou exclusivamente para denominar a festa.

Ao nome Purim acrescentaram-se: Purim Katan (o pequeno Purim), no dia 14 de adar alef (o primeiro mês de adar nos anos embolísmicos – anos nos quais se acrescenta um mês extra [Adar B] a fim de fazer coincidir o calendário lunar com o solar), e que lembra o Purim HaGadol, que cai um mês mais tarde; Shushan Purim, nome da festa de Purim que ocorre no dia 15 de adar, celebrada unicamente nas cidades que estavam fortificadas por muralhas desde o tempo de Yehoshua Bin Nun (segundo o que está escrito na Mishná, Massechet Yomá), como Jerusalém. Isto se deve ao dia acrescentado à festa, como recordação do dia extra festejado pelos judeus da Shushan, a capital, segundo o texto da Meguilá de Ester.

Uma palavra que renovou nos últimos anos é “purimon”,  um tipo de Purim Katan, reunião ou festa. Vale a pena mencionar que a palavra Purim tornou-se, com o correr do tempo, um símbolo de salvação e redenção para os judeus, e assim foram denominados os dias de salvação milagrosa dos judeus em diversos lugares do mundo, como o Purim de Frankfurt, o Purim de Saragoça, etc.

“No primeiro mês, que é o mês de nissan, no duodécimo ano do rei Achashverosh, se lançou Pur, isto é, sortes, perante Haman, por dias e por meses. Saiu o duodécimo, que é o mês de adar”.   (Meguilat Ester 3:7)                                          
                                       

“Haman, filho de Hamdat, o agagita, inimigo de todos os judeus, havia planejado exterminar os judeus e tinha lançado o “Pur”, isto é, a sorte, para os assolar e destruir. Mas quando se apresentou ao rei, para fazer enforcar Mordechai, seu projeto se virou contra ele, e os males que havia premeditado contra os judeus caíram sobre sua própria cabeça, sendo enforcado ele e seus filhos. Por esta razão, estes dias são chamados “Purim”, da palavra “Pur”. Daí, por causa de todas as palavras daquela carta, e do que testemunharam, e do que lhes havia sucedido, determinaram os judeus que estes dias seriam uma instituição irrevogável, para si, para sua descendência e para todos que se chegassem a eles, conforme este escrito e esta data, de ano em ano.”      Esther 9:24-27          
                                                   

 

PERGUNTAS

Perguntas de compreensão:

1)    Por que a festa se chama “Purim”?

2)    Quem deu esse nome à festa?

 

Perguntas de análise:

3)    Por que, em sua opinião, os judeus não tentaram dar outros nomes à festa?

4)    Se lhe pedissem para dar um nome a essa festa, que fique para sempre, que nome você escolheria?

 

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2.    A DATA DA FESTA E SUAS FONTES

 

FONTE DA DATA

“Sucedeu isto no dia treze do mês de adar; no dia quatorze descansaram, e o fizeram dia de banquetes e de alegria. Os judeus, porém, que se achavam em Shushan, se juntaram nos dias treze e quatorze do mesmo; e descansaram no dia quinze, e o fizeram dia de banquetes e de alegria. Assim se explica porque os judeus do campo, os que habitam em aldeias não fortificadas, celebram com alegria e banquetes, festas e trocas de presentes, o décimo quarto dia de adar. Mordechai pôs por escrito todos esses acontecimentos, e enviou cartas a todos os judeus que se encontravam nas províncias do rei Achashverosh, próximas ou longínquas, ordenando-lhes que celebrassem a cada ano o décimo quarto e o décimo quinto dia de adar, porque esses são os dias em que os judeus tiveram sossego de seus inimigos, e esse mês é aquele em que, para eles, a aflição deu lugar à alegria e o luto, às festividades. Ele os instava, pois, a que fizessem, desses dias, dias de banquete e de alegria, de troca de presentes e de dádivas aos pobres.”  Meguilat Ester 9:17-22

 


  

PERGUNTAS:

Leiam Ester 9:1-2; 15-22

1.    Quando os judeus descansaram e quando lutaram?

2.    Na cidade de Shushan, em que dias os judeus lutaram e em que dias descansaram?

3.    Marquem no quadro abaixo em que dias lutaram e em que dias descansaram, segundo as Escrituras.

A.    Naqueles dias

 

 

 

13 de Adar

14 de Adar

15 de Adar

Shushan

 

 

 

O restante do Império Persa

 

 

 

 

B. Em nossos dias

 

 

 

13 de Adar

14 de Adar

15 de Adar

Shushan e outras cidades muradas

 

 

 

O resto do mundo

 

 

 

 

4. Leiam novamente a Meguilat Esther 9:19-22

 

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2.a. – FONTES E LIVROS CARACTERÍSTICOS DA FESTA

Fontes no Tanach: Meguilat Ester (O Livro de Ester), que faz parte das Cinco Meguilot: Shir Hashirim, Ruth, Kohelet, Eichá e Ester.

Fontes no Talmud: Massechet Meguilá (principalmente)

Expressão da festa no livro de orações (sidur): Al Hanissim

Livro exclusivo da festa: Meguilat Ester

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2.b. – ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA MEGUILÁ DE ESTER

Ester é uma das cinco meguilot (rolos) incluídos nos vinte e quatro tomos das Escrituras; segundo a tradição, foi escrita na época de Ester e Mordechai e dos cento e vinte sábios membros da Grande Assembléia (anshei Knesset Hagdolá). O relato da meguilá transcorre em época anterior ao Segundo Templo, cerca de 300 anos antes dos acontecimentos históricos de Chanuká. O Achashverosh recordado na meguilá é o rei persa Ksacharsa, conhecido por seu nome grego Xerxes, filho de Dario I, que governou cerca de 20 anos, entre 486-465 A.E.C. Vários fatos de sua biografia concordam com o relato da meguilá. Construiu um enorme palácio em Shushan; era popular por causa dos festins que organizava e pela generosidade dos presentes que distribuía esplendidamente. O tamanho do domínio persa nessa época concorda com o governo de Achashverosh, sobre um total de 127 províncias e estados que cobriam o mapa desde a Índia até a Etiópia. Na época de Dario, ao final do século VI a.C., o Império Persa estendia-se desde o noroeste da Índia, Ásia Menor, Turquia, Macedônia, Babilônia, Fenícia, Eretz Israel, Egito e partes do Ocidente.

 

 

2.c. – FIGURAS CENTRAIS DA MEGUILÁ DE ESTER

 

ESTER:

A heroína de nossa história. Desde o momento em que Achashverosh a escolheu para esposa, é chamada na Meguilá “A rainha Ester – Ester Hamalká”. A Meguilá descreve-a como uma inocente filha do Povo de Israel e como uma mulher valorosa. Com sua inteligência, conseguiu provocar uma crise de confiança, tensões e ruptura nas até então excelentes relações entre Achashverosh e Haman. Graças a isso, ocorreu o milagre, e Ester entrou para a história como aquela que salvou os judeus da Pérsia do extermínio planejado por Haman, um dos ministros do rei.

Anteriormente, Ester era chamada Hadassa. Seu pai, Avichail, era tio de Mordechai (irmão de seu pai). Mordechai a adotou para educá-la em seu lar, depois do falecimento dos pais de Ester.

 

MORDECHAI HAYEHUDI

O nome tem origem babilônica, derivado do deus Marduch, popular na crença dos povos do Oriente nessa época, embora Mordechai tenha nascido num lar judeu. É sabido que durante o exílio babilônico, os judeus costumavam dar a seus filhos nomes babilônicos.

Mordechai era da tribo de Biniamin, e por isso é chamado “Ysh Yemini”. A família de Mordechai (descendentes de Kish) fora mandada ao exílio desde a época de Nebuchadnetzar (Nabucodonosor), rei da Babilônia, setenta e dois anos antes da ascenção de Achashverosh ao reinado persa.

Kish, um dos ancestrais de Mordechai, era o pai do rei Saul; daí aprendemos que Mordechai era descendente deste rei judeu, que havia lutado contra Agag, rei de Amalec e seu povo (I Samuel 15). Haman, o Agaguita, era descendente do rei de Amalec, que fora derrotado pelos ancestrais de Mordechai. Dessa maneira, a história, muitos anos depois, volta a propiciar o encontro dos descendentes dos dois inimigos. A Meguilá de Ester simboliza a continuação dessa luta e seu final feliz, através do triunfo da justiça sobre a força.

 

ACHASHVEROSH

Rei da Pérsia e da Média, que governava cento e vinte províncias e estados, desde a Índia até a Etiópia. É conhecido como Ksacharsa em persa e Xerxes em grego. As traduções ao português o chamam de Assuero. Por confusão com o nome de seus sucessores, há traduções gregas que o chamam de Artaxerxes. Achashverosh é descrito como um rei autoritário para suas nações e estados, e este mesmo trato ditatorial aplicava a seus súditos judeus. A Meguilá o descreve como sem caráter e caprichoso, incapaz de tomar decisões sem o auxílio de seus assessores. No palácio reinava um ambiente totalmente estranho ao espírito judeu: ostentação e gastos desmesurados, dissipação, luxo excessivo, álcool e festins. Como todo regime autoritário, o de Achashverosh dependia exclusivamente de seus caprichos e de seus estados de espírito. As decisões fundamentais eram tomadas em ambiente informal, desordenado, irresponsável, sob a influência do excesso de bebida.

 

HAMAN BEN HAMDATA HAAGAGUI

Era o ministro mais importante do governo. Haman propôs ao rei Achashverosh o extermínio e a destruição de todos os judeus do reino num só dia, 13 do mês de Adar. Segundo a opinião de chaza”l (nossos sábios), Haman era covarde e indeciso, embora a Meguilá o apresente como um ministro sábio e valente.

 

 

PERGUNTAS:

 

Que mudanças radicais ocorreram nas vidas dos quatro protagonistas mais importantes da história, e em particular dos judeus?

Completem o quadro, baseando as respostas em versículos parecidos ou paralelos do princípio e do fim da Meguilá, segundo as fontes anotadas na tabela, mostrando as principais mudanças dos personagens:

 

 

Fonte inicial

Citação

Fonte no final

Citação

Figura da Meguilá

 

 

 

 

Achashverosh

Ester 3:10

 

Ester 8:10

 

Haman

Ester 5:14

 

Ester 7:10

 

Mordechai

Ester 4:1

 

Ester 8:15

 

Ester

Ester 2:20

 

Ester 7:3

 

Os judeus

Ester 4:3

 

Ester 8:16

 

 

 

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3.    – CARACTERÍSTICAS TRADICIONAIS DA FESTA

A Meguilá nos diz: “Mordechai pôs por escrito todos esses acontecimentos, e enviou cartas a todos os judeus que se encontravam nas províncias do rei Achashverosh, próximas ou longínquas, ordenando-lhes que celebrassem a cada ano o décimo quarto e o décimo quinto dia de adar, porque esses são os dias em que os judeus tiveram sossego de seus inimigos, e esse mês é aquele em que, para eles, a aflição deu lugar à alegria e o luto, às festividades. Ele os instava, pois, a que fizessem, desses dias, dias de banquete e de alegria, de troca de presentes e de dádivas aos pobres.”      Ester 9:20-22
                                                                                              

E no versículo 29 lemos: “E que estes dias (de Purim) seriam lembrados e comemorados geração após geração, por todas as famílias, em todas as províncias e em todas as cidades, e que jamais caducariam entre os judeus, e que a memória deles jamais se extinguiria entre os seus descendentes”.

 

 

 

PERGUNTAS

Leiam com atenção os dois trechos acima.

Com que palavra se sugere o costume de ler a Meguilá?

Que outras mitzvot aparecem especificamente?

 

 

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4.   PURIM E OS VALORES SOCIAIS – ENTRE O HOMEM E SEU SEMELHANTE

 

A ALEGRIA DE CADA UM E A ALEGRIA DO PRÓXIMO

A festa de Purim caracteriza-se por duas mitzvot fundamentais de conteúdo social: o envio de presentes, que deve realizar cada pessoa a seus amigos e as doações aos necessitados. Os elementos comuns às duas são: a aproximação dos corações, fortalecendo a relação social, o amor às criaturas e o desejo de alegrar o próximo.

a.    – Entre os dois preceitos existem diferenças marcantes:

O Mishloach Manot, envio de presentes, realiza-se em geral entre os conhecidos.

Matanot Laevionim, presentes e dádivas aos necessitados, são entregues a pessoas com as quais não há necessariamente um contato ou um conhecimento prévios.

O Mishloach Manot é feito com produtos comestíveis (pelo menos dois pratos diferentes).

Matanot Laevionim são feitas em dinheiro.

 

Mishloach Manot faz-se de casa em casa.

Matanot Laevionim são entregues na rua.

 

Mishloach Manot – Numa sociedade tão egoísta e competitiva como esta em que vivemos durante todo o ano, o conceito de amizade muitas vezes se vê prejudicado. Todos estamos apressados por causa do trabalho, das tarefas, das contas, dos problemas. Esta mitzvá permite, de alguma maneira, encontrar a forma de melhorar nossas relações com nossos amigos.

Matanot Laevionim deveria ser uma norma como a da Tsedaká, diária e permanente, a fim de ajudar a elevar o nível de vida dos mais necessitados e aproximar-nos de uma igualdade social. Nesta festa, como em várias outras, em particular, todo indigente deve contar com os meios suficientes para se sentir satisfeito e apoiado pela solidariedade social.

 

ELEMENTOS COMUNS

Dar

O desejo de alegrar

                    A vontade de aproximar e aproximar-se

 

A PRÓPRIA ALEGRIA E A ALEGRIA DO PRÓXIMO

Qual alegria é mais importante, a de si próprio, a do próximo ou a do necessitado?
Coloque os três níveis segundo a sua escolha!

1.

2.

3.

Preste atenção à ordem dada por nossos sábios:

·          É preferível que sejam entregues mais doações aos necessitados do que comer abundantemente no banquete e enviar presentes aos amigos.

·          Não há uma alegria maior e mais esplêndida que a dos corações dos pobres, dos órfãos, das viúvas, dos estrangeiros, pois a alegria destes contritos se parece à da Shechiná, como está escrito “ressuscitará o espírito dos abatidos, e dará nova vida ao coração dos oprimidos”. Ramba”m, Hilchot Meguilá, Cap. 2, Halachá 17                

 

Em Purim nos é dada a oportunidade de cumprir os desejos de D’us. “Assim lhes disse o Santo Bendito Seja a Israel: Filho, o que te peço? – Não exijo mais que se queiram uns aos outros e que se respeitem mutuamente.”   Taná Deve Eliahu Rabá 26    

                                                                             

 

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